Há
dias em que não fazemos nada. Gostamos daquele nada – para - fazer tão
delicioso e apetecível, que nos deixa eloquentes e pacíficos. É idêntico àquela
morrinhice de sábado de manhã, quando levantamos o corpo, a custo, da cama
quente e vamos aos tropeções, com as pantufas nos pés errados, pelas escadas
adiante.
Hoje
senti-me assim. Um tudo-nada inútil.
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